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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

“Educar para Reciclar” desperta olhar ambiental em comunidade escolar de Itapevi


O Programa Educar para Reciclar, desenvolvido em parceria entre o Instituto 5 Elementos, a Secretaria de Educação e Cultura de Itapevi e o Instituto Eurofarma, contemplou este ano o curso de Educação para a Sustentabilidade e o projeto Dedo Verde, ambos visando despertar o olhar para os ciclos naturais e seus padrões de funcionamento, por meio de atividades de educação ambiental.

O curso difunde, desde o início de 2010, conhecimentos e ferramentas para a elaboração de projetos ambientais junto à comunidade escolar, totalizando a formação em 34 instituições de ensino ou 50% das escolas do município. Os professores recebem material didático, como a Coleção Consumo Sustentável e Ação que embasa as 33 horas de formação, ao longo de oito encontros e três estudos do meio. A partir dos conteúdos do curso os professores desenvolveram atividades envolvendo 15.847 alunos e 836 professores.

O projeto Dedo Verde ... para ler a notícia na íntegra acesse o Blog do Instituto 5 Elementos, clicando aqui.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Festa das Águas celebra transformações em comunidade escolar de Itapevi


Melhoria do rendimento e da visão crítica nas aulas de História, atenção para orientar pessoas da comunidade que jogam lixo na rua ou a parceria de moradores vizinhos atraídos pelo plantio de árvores na escola, resumem alguns dos desdobramentos do projeto Dedo Verde na CEMEB Governador André Franco Montoro, em Itapevi (SP).

O projeto, realizado pelo Instituto Eurofarma com parceria técnica do Instituto 5 Elementos – Educação pela Sustentabilidade e parceria institucional da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, ultrapassou os resultados esperados – de construção de espaços educadores na instituição de ensino – para estabelecer a construção de novos vínculos entre a comunidade escolar, pais, alunos, professores, poder público e moradores.

Desde o início, em 2011, o Dedo Verde na Escola em Itapevi partiu de um diagnóstico participativo com a comunidade, mapeou lugares especiais e problemas ambientais para construção de um mapa verde, até estruturar um amplo plano de ação para a transformação dos espaços locais. No último dia 10 de novembro, foi a vez da comunidade celebrar o encerramento das conquistas obtidas até então, com uma festa em homenagem às águas, que uniu professores, direção, alunos e a equipe do projeto numa série de atividades.

Para ler esta matéria na íntegra acesse o link do Blog do Instituto 5 Elementos
Roda de abertura do mutirão

Coroamento das árvores

Confecção de canteiros suspensos

Intervenção na área da nascente para a criação do "Caminho das Águas" 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Educação Ambiental: Tratar o assunto de modo correto é difícil, mas não impossível

Matéria do Jornal O Estado de São Paulo escrito por Célia Nascimento provoca e inspira a reflexão a respeito da Educação Ambiental nas escolas.
    
     Apesar de o tema estar ma moda, não se faz ainda educação ambiental em escola. E uma razão simples pode dar uma primeira pista: o que pertence a todo mundo pode não pertencer a ninguém.
     Os professores e as próprias instituições têm muita dificuldade em trabalhar os temas transversais, que perpassam todas as disciplinas. Meio ambiente, ética, mundo do trabalho, sexualidade pertencem a todos os professores e é necessário um movimento bastante coeso entre os educadores para que essas áreas sejam, de fato, trabalhadas no ambiente escolar.
     Opta-se, na maioria dos casos, por falar do assunto em datas comemorativas - como o Dia do Meio Ambiente, do Índio ou da Árvore -, ou por meio de iniciativas muito pontuais, como a famosa horta ou a coleta de lixo. Quando o tema ganha as salas de aula, faz-se apenas o que já está estabelecido, como a produção de artesanato com material reciclável nas aulas de artes.
    Educação ambiental é muito mais que isso. E, para início de conversa, é preciso ter paciência e disposição para reflexões profundas. Mas isso acontece raramente.
     As escolas acabam por andar na contramão, querem coisas rápidas. Com esse pensamento, é difícil tirar da cabeça delas que recolher os papéis jogados no chão é cidadania, mas não exatamente uma ação ambiental.
    Os professores precisam receber formação e, com base nisso, estabelecer a prática didática mais adequada. Ler um poema sobre árvore nas aulas de português não é educação ambiental. É preciso ir além. Que tal propor aos alunos a elaboração de um jornal ambiental ou uma peça publicitária?
     Atividades como essas trabalham os dois conteúdos simultaneamente: além de pesquisar e compreender os temas ambientais que irão abordar, eles aprendem a fazer entrevista, coleta de dados, sistematização de informação e exercitam a escrita correta, sucinta e coerente, entre outros aprendizados da Língua Portuguesa.
    Depois de pronto, os produtos podem ser expostos ou distribuídos e, nesse momento, cumpre um segundo requisito inerente aos temas transversais: a interface com a sociedade. Nesse caso, podem ser tanto estudantes de outras turmas, como os pais, a população da vizinhança etc.
     Sem esse entendimento amplo do que seja educação ambiental, o professor se vê na berlinda de achar que vai precisar deixar de lado o conteúdo da disciplina para falar de meio ambiente. E não é sem razão esse desespero. No dia a dia, ele precisa dar espaço a um tanto de atividades. Desde a ONG que vai falar de doenças sexualmente transmissíveis (DST), de outra que vai falar da dengue e de uma terceira que vai abordar a educação no trânsito. Além dos feriados, das datas comemorativas... E a lista segue.
     Para que a educação ambiental não entre nessa cesta, tem de ir além dos parâmetros do MEC, integrar de verdade a comunidade escolar e ver essa apreensão de conteúdo refletida na mudança de hábito.
     Contra o desperdício, os alunos podem receber garrafinhas em lugar de copo plástico. Para aproveitar a água da chuva, a escola poderia ter uma cisterna. É a transversalidade dentro e fora das paredes da sala de aula.

Fonte:http://estadao.br.msn.com/ciencia/tratar-o-assunto-de-modo-correto-%C3%A9-dif%C3%ADcil-mas-n%C3%A3o-imposs%C3%ADvel

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Visita Monitorada ao Espaço Educador de Sustentabilidade - CEMEB Franco Montoro


No dia 30 de maio os professores que participam do Curso de Educação Ambiental de Itapevi visitaram o CEMEB Governador André Franco Montoro para conhecer o projeto Dedo Verde. A monitoria foi conduzida pelos agentes ambientais da escola - grupo de alunos que, desde agosto de 2011, vivenciam e discutem temas visando a melhoria da qualidade ambiental da escola e do entorno. Para isso, realizam encontros semanais conduzidos pela equipe do Instituto 5 Elementos.

Ao longo do mês de maio foram realizados quatro encontros de preparação para a visita em que foram definidos o objetivo, o roteiro, as equipes de monitoria, bem como foram realizadas pesquisas e simulações da visita.
Roda de conversa entre agentes ambientais para definir roteiro
sobre jardim cata-vento e árvores do espaço educador de sustentabilidade. 
Jovens brincam de "Morcego e Mariposa",
jogo que foi ensinado aos professores durante a visita.

Na concepção dos agentes ambientais a visita monitorada tinha como objetivo “Estimular a criação de consciência por meio de visita monitorada em que jovens Agentes Ambientais ensinarão adultos a cuidar do meio ambiente para que mais projetos sejam criados nas escolas de Itapevi”.

O roteiro contemplava 5 pontos de interesse: histórico do projeto, minhocário, jardim cata-vento, árvores e jogos de integração com a natureza – e, para cada ponto de interesse, havia uma equipe de agentes ambientais responsável. Também foi criada a equipe de comunicação que realizou os registros escrito e fotográfico de todos os encontros preparatórios, assim como, a recepção dos professores e entrevistas no dia da visita (todas as fotos desta matéria foram tiradas pela equipe).

No dia da visita, o diretor da escola, Osni, iniciou com uma fala de boas vindas e de agradecimento pela presença de todos. Em seguida, houve apresentação do vídeo do Projeto Dedo Verde desenvolvido na Lapa em 2009 – que deu origem ao projeto atual – e foi apresentado o histórico do Dedo Verde do CEMEB Franco Montoro com a leitura de texto postado no blog Rede Itapevi deEducação Ambiental e foi apresentado o Mapa Verde construído de forma participativa em 2011.

Agentes ambientais apresentam informações do Mapa Verde.


Este momento foi encerrado com a apresentação do vídeo sobre os mutirões no CEMEB Franco Montoro, elaborado por Bruna Lau. Os professores seguiram, para os outros pontos de interesse - minhocário, jardim cata-vento, árvores e jogos de integração com a natureza - divididos em 3 grupos.

No jardim espiral, agentes ambientais contam sobre
o histórico de sua construção e sobre as plantas cultivadas. 
Professoras ouvem explicação sobre minhocário.


As árvores plantadas no espaço educador de sustentabilidade
são conhecidas pelos professores pelo relato dos agentes ambientais.

Foi surpreendente a desenvoltura dos jovens agentes ambientais e sua capacidade de organização na condução da monitoria. Foi interessante notar que, ao longo da manhã, todos os alunos que em algum momento já haviam participado do projeto vieram observar a monitoria dos colegas de forma bastante respeitosa. Igualmente importante foi o respeito e o interesse demonstrado pelos professores que fizeram várias perguntas e mantiveram um clima agradável para que os agentes ficassem tranquilos.

Ao final da visita, os jovens entregaram a cada professor um saquinho com sementes de girassol para plantarem nas suas escolas.

O próximo passo é ler a avaliação realizada pelos professores e fazer uma avaliação com os agentes ambientais para, com isso, aperfeiçoar a monitoria e, no que depender da vontade dos jovens, receber mais visitantes para conhecer o projeto.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

MINHOCÁRIO NA ESCOLA...

 As minhocas atuam como verdadeiras engenheiras, adubando o solo e abrindo caminhos para a infiltração de água. Elas passam a vida perfurando o solo e transformando terra e lixo orgânico em  produto rico em nutrientes: o húmus.O minhocário é uma excelente ferramenta de ensino na escola. Auxilia a despertar o interesse e o repeito por  esses dóceis animais, além de utilizar o lixo orgânico na produção de biofertilizantes.Os alunos adoram! Seria maravilhoso se as escolas pudessem  ter o seu. Devido ao grande sucesso, criamos o  grupo Guardiões do Minhocário, onde os alunos fazem a manutenção necessária diariamente. Com a retirada do húmus e do chorume (biofertilizantes) aplicamos em nosso jardim.










Por Raquel Santana
Cemeb Gov. André Franco Montoro

quinta-feira, 26 de abril de 2012

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL...

Os alunos do Cemeb Gov. André Franco Montoro participaram  de um piquenique realizado embaixo de nossa querida Amoreira....a atividade realizada tinha como objetivo  incentivar o consumo e a valorização das  frutas e sucos na alimentação diária. Cada aluno se prontificou a contribuir com alguma fruta, onde as mesmas foram compartilhadas embaixo de nossa árvore, além de um momento de interação e afetividade , foi  utilizado o espaço externo como ferramenta para uma aula diferenciada. Este espaço está sendo construído especialmente como salas ao ar livre através do maravilhoso  Projeto Dedo Verde na Escola.

      Raquel Santana 
Professora de Ciências

terça-feira, 13 de março de 2012

O espaço verde como ambiente pedagógico


Com o objetivo de enriquecer a aula, utilizando os recursos disponíveis para aprendizagem de nossa escola, a aula de matemática do 6º ano A, do dia 05/03/2012, foi realizada em um ambiente atrativo e diferente, embaixo da árvore, em nosso jardim. A experiência serviu
para apresentar aos estudantes este novo espaço pedagógico, criando, nos mesmos, um espírito de responsabilidade, pertencimento e respeito pelo meio ambiente.
O conteúdo apresentado foi sistemas de numeração, assunto já explanado nas aulas anteriores. O momento era propício para a roda de conversa, esclarecimento de dúvidas e avaliação do processo de ensino e aprendizagem deste tema. O espaço verde propiciou, então, um ambiente mais agradável para averiguação da aprendizagem dos alunos.
A inferência firmada a partir desta experiência me mostrou que a aprendizagem se dá em qualquer lugar e que podemos variar os nossos recursos, propondo algo novo aos nossos alunos de uma forma simples, porém, atrativa e prazerosa!






Aleandra Alves Teixeira
Professora do CEMEB Gov. André Franco Montoro

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

PROJETO DEDO VERDE NA ESCOLA

Foto: Duda Bairros/Eurofarma

O projeto Dedo Verde na Escola foi iniciado durante o mês de agosto de 2011 na CEMEB Governador André Franco Montoro. Por meio do Instituto 5 Elementos, Instituto Eurofarma e Secretaria de Educação e Cultura de Itapevi (SEC), foram desenvolvidos encontros semanais com professores, funcionários, corpo gestor e alunos com o objetivo de melhorar a escola mediante a transformação do meio ambiente e construção de espaços educadores.

A iniciativa foi da professora Raquel, de ciências, que participa do curso de Educação Ambiental, também promovido pelo Instituto 5 Elementos, Instituto Eurofarma e SEC à educadores da rede municipal de ensino de Itapevi. Durante o curso, Raquel inscreveu a CEMEB Franco Montoro que foi selecionada pela Secretaria de Educação e Cultura entre outras escolas municipais que também haviam se inscrito para receber o projeto.

Foram realizados encontros semanais com a comunidade escolar. Para os encontros com alunos foram selecionados estudantes do 6º, 7º, 8º e 9º ano, inclusive do EJA (Educação de Jovens e Adultos.) que mais se interessavam na proposta.


Fotos: Gabriela Ribeiro Arakaki e Leila Maria Vendrametto.


Ao longo dos encontros foram desenvolvidas as seguintes ações: diagnóstico participativo - oficina de futuro, mapa verde -; elaboração participativa do plano de ação; jogos cooperativos; minhocário; visita técnica ao Centro de Educação Ambiental de Caucaia do Alto; coleta seletiva; plantio de espécies ornamentais e medicinais.

Fotos: Gabriela Ribeiro Arakaki e Leila Maria Vendrametto.


O ano foi encerrado com a realização de mutirões em dezembro que contaram com a participação de professores, alunos, coordenadores pedagógicos, funcionários, inspetoras, diretora ... E também com as professoras que organizavam os encontros, atividades semanais, mutirão: Leila e Gabriela, do Instituto 5 Elementos. Enfim todos que compreenderam o objetivo de tornar a escola um lugar mais VERDE!


Fotos: Duda Bairros/Eurofarma, Leila Maria Vendrametto e Gabriela R. Arakaki

Esta notícia foi escrita por Bruna Lau, aluna do 6º ano da CEMEB André Franco Montoro, com colaboração de Gabriela Ribeiro Arakaki.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011